Copa do Mundo 2014 - Brasil

Gente, eu planejava fazer uma postagem sobre a Copa do Mundo há um tempão, sei que estou retardada, hahaha, mas é que só hoje organizei as ideias. Sim, eu adoro futebol, acho que desde sempre. Para falar a verdade, eu escolhi fazer Jornalismo porque eu amava esporte e queria trabalhar com isso, mas, no fim, acabei me afastando do propósito inicial e parei um pouco de acompanhar futebol, mas nunca deixei de ter meus preferidos.

Bom, para começar, Copa do Mundo no Brasil, uau! Eu queria muito poder ir a um jogo, mas, como quase todas as coisas que acontecem no Brasil, os preços eram altíssimos e não tive a coragem suficiente para comprar os ingressos. Mas, ao contrário dos céticos que se diziam contra a Copa, eu sempre gostei da ideia de vir um torneio como esse pra cá, porque é sempre divertido quando a gente recebe vários amigos em casa para uma festa, não é?

Aí vem os contrários a tudo que acontece e falam que a Copa é um absurdo, que tem que resolver os problemas do Brasil, que tá gastando o que era pra ser em outra coisa com futebol. Cara, uma coisa não anula a outra, o fato de fazer uma Copa do Mundo não necessariamente quer dizer que não se vai investir nas outras coisas. O dinheiro que foi gasto no evento foi muito? Foi, claro. Eu acho que temos que resolver os problemas do Brasil? Sim, temos, mas isso tem que ser feito todos os anos, todos os meses e todos os dias, não adianta a gente apontar o dedo e reclamar só quando vai acontecer alguma coisa que supostamente está desviando a atenção e o dinheiro para outro lugar. Mas, não é pra isso que decidi fazer o post.

Essa Copa do Mundo teve muitas surpresas. Um grupo com 3 seleções campeãs mundiais passando aperto com uma tal de Costa Rica. Vários times que precisavam só de um empurrãozinho para ser melhores e prosperarem, como a Inglaterra. As seleções cotadas como favoritas irem embora logo na primeira fase, como a Itália e a Espanha. E é aí que a gente vê que futebol não é só ter o melhor time, ou o melhor técnico, ou a melhor tática. Futebol também é organização, é preparação dentro e fora do jogo, é estar preparado para perder, porque a vida já ensina pra gente que só ganhar não existe.

Além disso, apareceram vários jogadores bons, que a gente mal ouvia falar. E vários jeitos de se contar sobre o Brasil. A preparação para a Copa pode ter sido cheia de problemas, pode ter parecido que tudo ia dar errado, mas, no fim, mostramos pro mundo inteiro do que são feitos os brasileiros: de muita alegria, de fé, de garra e de muita paixão, pelo futebol, pela amizade e por receber os outros. E os estrangeiros sabem muito melhor que nós o porquê de o Brasil ser tão especial. Pode perguntar para qualquer um que tenha vindo, que eles vão te dizer o quão lindo é esse país e o quão é incrível o povo daqui. Porque, gente, mesmo levando um 7 a 1 nas semifinais, contra um time excelente como a Alemanha, me diz quem é que não assistiu à final e ainda ficou achando bom a Argentina perder? E mesmo com tudo isso, a gente não vai deixar de ter coisas boas dessa Copa. Sabe por quê? Porque a gente percebeu que nem sempre dá pra ganhar, que não é porque a gente é bom, ou acredita no time ou porque estamos em casa que vai dar tudo certo. Perguntem pro Japão, pra Coreia do Sul, pra África do Sul e até pra própria Alemanha como é perder em casa. Mas, mesmo assim, o que vimos dentro de campo foi ótimo, a gente vibrou, a gente torceu muito e a gente escolheu nossos preferidos. E vimos o maior espetáculo: gols incríveis de cabeça, de peixinho, de falta, de longe, de perto e até de goleiro. E, como diria Galvão Bueno, haja coração para tanto estraga-bolão, né? E é por isso que a gente gosta de futebol: porque surpreende, emociona e deixa a gente cheio de causo para contar. Né? 

 

 

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