Koe no katachi

Eu sempre reforço e muito como sou chorona, né? E quando eu assisti esse filme, não deu pra esconder de ninguém esse lado. Mas pra alguém conseguir passar por Koe no Katachi sem chorar, deve ter um coração de gelo.

Bem, o filme é baseado em um mangá e tem uma história beeeem densa. Shouko Nishimiya é uma estudante nova na classe e um tanto diferente: ela não ouve. E aí, meu amigo, já começam os feels intensos que meu coração não sabe lidar.

Na chegada dela na escola, tudo corre bem, uns colegas de sala se oferecem para ajuda-la a acompanhar as aulas e copiar os conteúdos e até começam a aprender a linguagem de sinais, pra deixar a comunicação mais fácil.

Mas, em algum ponto desse caminho, toda essa vida simples e bonita desmorona. Os colegas passam a praticar bullying com Nishimiya e não entendem a forma que ela se comporta, age ou se expressa. O maior problema surge quando ela tenta estabelecer uma relação de amizade com Tomohiro Nagatsuka, o deliquentezinho popular da escola, ele não entende e empurra a menina. Depois de várias situações, ela muda de escola e o menino é quem passa a ser excluído pelos colegas, pois mudou algumas de suas atitudes.

Anos depois, Nagatsuka vai atrás de Nishimiya para devolver um caderno que ele mesmo havia estragado no passado (ao estilo “volta o cão arrependido”) e encontra ela linda e maravilhosa. Porque ela é linda e maravilhosa mesmo.

Aí, em busca de ser uma pessoa melhor e menos egoísta, como muitos de seus coleguinhas do passado, o menino pede para que Nishimiya considere ser sua amiga. Inclusive, ele até aprendeu linguagem de sinais para conversar melhor com ela (isso que é amor, hein?). E então tudo ficou lindo e foi feliz pra sempre, né? Quem dera. Os dois passam por mais um monte de coisas tristes e alegres, divertidas e outras muito pesadas. E o final do filme, meus amigos. QUE FINAL. De deixar a gente refletindo sobre a vida milhares e milhares de vezes, sobre o que a gente faz todo dia com quem nos cerca, sobre nosso jeito de dizer que tá tudo bem ou de aceitar tudo que todo mundo tem de diferente.

Aproveitando, acho que não tem história melhor para postar nesse setembro amarelo, hein? É uma história sobre barras pesadíssimas, que vão sendo superadas com muito amor e compreensão. A irmã da Nishimiya, gente, melhor pessoa. Incrível mesmo. E, se não bastasse toda essa história, o visual é lindo pra caramba. Tire um tempinho e assista.

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No Brasil, o mangá foi publicado pela Editora NewPOP.

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